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Livro - D. FREI BARTOLOMEU DOS MÁRTIRES: COLECTÂNEA DE TEXTOS

Título - D. FREI BARTOLOMEU DOS MÁRTIRES: COLECTÂNEA DE TEXTOS

Edição comemorativa dos 500 anos do nascimento do Beato Bartolomeu dos Mártires
Organização e seleção de textos - Rui A. Faria Viana


















APRESENTAÇÃO | JOSÉ MARIA COSTA, Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo

"Falar de Frei Bartolomeu dos Mártires é falar de uma figura que marcou a Igreja Católica e que marca, ainda hoje, as gentes de Viana do Castelo. O seu espírito e a sua doutrina marcaram o século XVI e a sua vida simples e regrada, de dádiva e entrega é, ainda hoje, um exemplo.
Ao comemorar 500 anos sobre o seu nascimento, a Câmara Municipal associou-se à Diocese de Viana do Castelo para colaborar num programa que desse a conhecer a vida e a obra deste grande homem de fé.
Com esta edição comemorativa dos 500 anos do nascimento do Beato Bartolomeu dos Mártires reproduzimos alguns dos melhores textos publicados nos Cadernos Vianenses ou em outras edições camarárias diversas, quer em trabalhos de grandes autores e estudiosos.

Esperamos que os textos aqui publicados possam apoiar novas abordagens e novos estudos da riquíssima obra do nosso Frei Bartolomeu dos Mártires. "


Mais informação: Portal CMVC

SUMÁRIO
Luís de Figueiredo da Guerra
O Arcebispo Santo D. Frei Bartholomeu dos Martyres
Convento de S. Domingos
Obras de D. Fr. Bartholomeu dos Martyres

José Marques
Frei Bartolomeu dos Mártires: vida e obra

João Francisco Marques
O prelado, o povo e a conjuntura: solidariedade social e solicitude de D. Frei Bartolomeu dos Mártires

António Matos Reis
Itinerário de Braga a Roma seguido por D. Frei Bartolomeu dos Mártires

Manuel António Fernandes Moreira
O beato Bartolomeu dos Mártires e o Mosteiro de São Salvador da Torre

Felipe Fernandes
D. Frei Bartolomeu dos Mártires em Viana
Breves apontamentos biográficos de D. Frei Bartolomeu dos Mártires

Pe. Armando de Jesus Esteves Rodrigues
Convento de Santa Cruz (S. Domingos) de Viana do Castelo

José Luís Afonso Branco
Frei Bartolomeu dos Mártires
Comemoração do IV centenário da morte de D. Frei Bartolomeu dos Mártires
O epitáfio de Frei Bartolomeu dos Mártires
O retrato de Frei. Bartolomeu dos Mártires
Viana e o IV centenário da morte de D. Frei Bartolomeu dos Mártires
Frei Bartolomeu dos Mártires – processo de canonização
D. Frei Bartolomeu dos Mártires e a reforma dos cardeais
O busto de D. Frei Bartolomeu dos Mártires

Ana Rita Batista Raposo
A arca da fé: estudo, diagnóstico e tratamento de um altar portátil

Jorge Alves Barbosa
A música na acção pastoral de Dom Frei Bartolomeu dos Mártires

Alberto A. Abreu
A imagem do beato Bartolomeu dos Mártires

Rui A. Faria Viana
“A Vida de Dom Frei Bartolomeu dos Mártires” – uma raridade bibliográfica impressa em Viana no séc. XVII

Miguel dos Santos
A beatificação de D. Frei Bartolomeu dos Mártires e os Dominicanos

D. José Augusto Pedreira
Bartolomeu dos Mártires, bispo de todos os tempos

D. Jorge Ortiga
Fr. Bartolomeu dos Mártires: memória e profecia

D. Manuel Clemente
O martírio de Frei Bartolomeu

António Manuel Couto Viana
Prece da Ribeira a Frei Bartolomeu


CADERNOS VIANENSES Tomo 48 (2014)

Apresentação - por José Maria costa


"Os Cadernos Vianenses, editados pela Câmara Municipal de Via-na do Castelo, desde 1987, são o repositório das várias abordagens de problemas e de assuntos com interesse transversal para Viana do Castelo nas temáticas da cultura, da etnografia, do património quer natural quer construído.
A promoção da cultura vianense assume-se, assim, com o objetivo primordial desta edição, que continua a fazer história no panorama editorial de Viana do Castelo, permitindo um conhecimento de inúmeros aspetos de interesse científico e histórico.
Esta edição explora as questões relacionadas com o património natural e com o património construído, terminado com um capítulo com as comunicações proferidas no seminário "Território e Cidades do Norte Atlântico Ibérico", no qual as questões da regeneração urbana, do ordenamento e o pensar o território como desafios do século XXI, foram o tema dominante.
Todos estamos conscientes que a viabilidade e reabilitação dos territórios, como foi expresso nas diversas comunicações apresentadas dependem do seu potencial de gerar valor e emprego, através da capacidade de atrair e fixar novas atividades económicas e atrair novos habitantes.
Não posso, também, deixar de suscitar a atenção para os artigos deste Tomo que abordam Viana e o Mar, a Talha Religiosa, o Templo de Santa Luzia, os Espaços ajardinados da cidade, a Orla Costeira e também um estudo sobre a viagem de Viana do Castelo ao Porto, passando por Esposende, pelas diferentes estradas, pontes e mesmo utilizando o barco, artigos que proporcionam abordagens muito interessantes sobre o nosso património.
Por último, agradeço a todos os que colaboraram nesta valiosa edição dos nossos Cadernos Vianenses, enriquecendo o seu conteúdo e contribuindo par um melhor conhecimento da nossa comunidade do seu passado e dos seus desafios para o futuro."

SUMÁRIO


ESTUDOS VÁRIOS 
  • Viana e o mar – por CARLOS ALBERTO DA ENCARNAÇÃO GOMES – p. 15
  • Talha religiosa de Viana do Castelo: panorama estático – por FRANCISCO JOSÉ CARNEIRO FERNANDES – p. 41
  • Breve simbologia do Templo-Monumento de Santa Luzia – por ANA MARQUES – p. 63
  • De Viana ao Porto por Esposende até ao século XX: estradas, barcas e pontes – por RAUL DE AZEVEDO SALEIRO – p. 83
  • Espaços ajardinados da cidade de Viana do Castelo: contributos para a sua divulgação e importância para a fruição pública – por JOSÉ DA CRUZ LOPES – p. 133
  • Primórdios do ordenamento e planeamento na orla costeira minhota – por HORÁCIO FARIA – p. 173
  • Casa dos Nichos: a utilização da ilustração no seu discurso museológico – por HUGO GOMES LOPES – p. 193
FIGURAS E MEMÓRIAS 
  • António Alfredo Simões Viana (1922): da medicina tropical a um olhar psiquiátrico sob a criança no século XX – por PORFÍRIO PEREIRA DA SILVA – p. 211
  • A citânia de Santa Luzia e o seu espaço envolvente – por JORGE CORREIA – p. 223
TERRITÓRIO E CIDADES DO NORTE ATLÂNTICO IBÉRICO 
  • A urbanidade no litoral das rías atlánticas – por HENRIQUE SEOANE PRADO – p. 249
  • Estratégia Alto Minho 2020: recomendações para uma visão de mudança – por VÂNIA ROSA – p. 263
  • Linha do Minho: uma reflexão sobre o servilo de transporte e interdependências com o território – por PAULO SILVESTRE – p. 281
  • A reabilitação e reinvenção dos espaços públicos. As praças como veículos de regeneração urbana – por MANUEL C. TEIXEIRA – p. 289
  • A configuração de Viana do Castelo: uma perspectiva metodológica - por DAVID LEITE VIANA – p. 305
CONTINUADOS 
  • Arrolamento dos bens das igrejas – por ANTÓNIO MARANHÃO PEIXOTO – p. 315



Livro: Caminhos e Diálogos da Antropologia Portuguesa : Homenagem a Benjamim Pereira

Encontra-se à venda


Caminhos e Diálogos da Antropologia Portuguesa : Homenagem a Benjamim Pereira






Ed. Câmara Municipal de Viana do Castelo

Organização e Coordenação Científica
Clara Saraiva, Jean-Yves Durand e João Alpuim Botelho

Coordenação Editorial e Revisão
Cláudia Jorge Freire

Design
Henrique Cayatte

Edição
Câmara Municipal de Viana do Castelo

Imagens
Capa e Contracapa
Barca de passagem no Guadiana transportando o Citröen Dois Cavalos de Benjamim Pereira. Ameixial, Moura.
Fotografia de Jorge Dias 1 Ficha manuscrita.
[Centro de Estudos de Etnologia / Arquivo do Museu Nacional de Etnologia]

Badana
Museu de Etnologia. Rua Jau.
Agradecemos a todos os que das mais variadas formas contribuíram para a concretização desta edição de homenagem a Benjamim Pereira.


Contém DVD com o seguite conteúdo:
Benjamim Pereira, imagens de um percurso - [diaporama]
Ana Margarida Campos, Cláudia Freire e Jorge Murteira, 2010

Benjamim Pereira, fragmentos de entrevista
Projecto Património científico: colecções e memórias, Instituto de Investigação Cientifica Tropical, 2010
Cláudia Castelo (coordenação); Rogério Abreu (imagem e edição); Laura Domingues (edição)

Para o Benjamim
Catarina Alves Costa e Catarina Mourão, 2010

Para se descrever tem que se saber fazer
Ana Margarida Campos e Cláudia Freire, 2014

Le trilho revisité
Thomas Schippers, 2004

Valsa Mandada
Melides, Grândola,2010.
Dança ilustrada por um par acompanhado por um acordeão.
Tocador: Fernando Augusto
Dançadores: Maria Pereira e Eusébio José Pereira (mandador)
Gravação realizada no Centro de Dia de Melides, Concelho de Grândola a 28 de Setembro de 2010, no âmbito do projecto Arquivo das Danças do Alentejo.
Domingos Morais e Lia Marchi (coordenação)

Rancho "Ninho de uma Aldeia"
S. Bartolomeu da Serra, Santiago do Cacém (2012).
Actuação do Rancho "Ninho de uma Aldeia", de São Bartolomeu da Serra, na Feira do Monte, em Santiago do Cacém a 1 de Setembro de 2012 no âmbito do projecto Arquivo das Danças do Alentejo.
João Ferreira e Joana Morais (realização)
Domingos Morais (direcção de projecto)

Cerimónia de homenagem a Benjamim Pereira na Casa do Alentejo
Jorge Murteira, 2010



Sessão de Apresentação do Livro


O percurso de Benjamim Enes Pereira, nascido a 25 de Dezembro de 1928 em Montedor, Carreço, Viana do Castelo, encontra-se intimamente ligado à afirmação da Antropologia em Portugal, quer nos seus planos de autonomização, quer na diversificação da disciplina.
Tendo integrado em 1959, a convite de António Jorge Dias, o Centro de Estudos de Etnologia, passou a fazer parte do grupo de excelência que, a partir dos finais da década de 50, marcou decisivamente a Etnografia Portuguesa e a Antropologia no país. O trabalho desenvolvido por Benjamim Pereira destaca-se pela importância dos estudos relativos à cultura material e, através destes, pelo profundo conhecimento sobre a sociedade portuguesa, que ajudou a cartografar de modo sistemático, revelando constantes estruturais, especificidades regionais e locais e modos de adaptação decorrentes do fim de um "tempo longo". Aliado ao interesse pela cultura material, a sua acção na esfera da actividade museológica revelou-se desde o seu contributo para a implementação do Museu de Etnologia e da constituição das colecções relativas ao universo português, mas também, a partir da década de 80, pela sua implicação em projectos expositivos e em projectos de qualificação de museus de âmbito local e regional.




O Colóquio que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian em Abril de 2010, e cujos textos se editam neste volume, mostrou publicamente o quanto a academia e a sociedade portuguesa em geral devem a Benjamim Pereira.






Encontra-se à venda: D. FREI BARTOLOMEU DOS MÁRTIRES: COLECTÂNEA DE TEXTOS



















Sessão de apresentação:






D. FREI BARTOLOMEU DOS MÁRTIRES: COLECTÂNEA DE TEXTOS
















SUMÁRIO
Luís de Figueiredo da Guerra
O Arcebispo Santo D. Frei Bartholomeu dos Martyres
Convento de S. Domingos
Obras de D. Fr. Bartholomeu dos Martyres

José Marques
Frei Bartolomeu dos Mártires: vida e obra

João Francisco Marques
O prelado, o povo e a conjuntura: solidariedade social e solicitude de D. Frei Bartolomeu dos Mártires

António Matos Reis
Itinerário de Braga a Roma seguido por D. Frei Bartolomeu dos Mártires

Manuel António Fernandes Moreira
O beato Bartolomeu dos Mártires e o Mosteiro de São Salvador da Torre

Felipe Fernandes
D. Frei Bartolomeu dos Mártires em Viana
Breves apontamentos biográficos de D. Frei Bartolomeu dos Mártires

Pe. Armando de Jesus Esteves Rodrigues
Convento de Santa Cruz (S. Domingos) de Viana do Castelo

José Luís Afonso Branco
Frei Bartolomeu dos Mártires
Comemoração do IV centenário da morte de D. Frei Bartolomeu dos Mártires
O epitáfio de Frei Bartolomeu dos Mártires
O retrato de Frei. Bartolomeu dos Mártires
Viana e o IV centenário da morte de D. Frei Bartolomeu dos Mártires
Frei Bartolomeu dos Mártires – processo de canonização
D. Frei Bartolomeu dos Mártires e a reforma dos cardeais
O busto de D. Frei Bartolomeu dos Mártires

Ana Rita Batista Raposo
A arca da fé: estudo, diagnóstico e tratamento de um altar portátil

Jorge Alves Barbosa
A música na acção pastoral de Dom Frei Bartolomeu dos Mártires

Alberto A. Abreu
A imagem do beato Bartolomeu dos Mártires

Rui A. Faria Viana
“A Vida de Dom Frei Bartolomeu dos Mártires” – uma raridade bibliográfica impressa em Viana no séc. XVII

Miguel dos Santos
A beatificação de D. Frei Bartolomeu dos Mártires e os Dominicanos

D. José Augusto Pedreira
Bartolomeu dos Mártires, bispo de todos os tempos

D. Jorge Ortiga
Fr. Bartolomeu dos Mártires: memória e profecia

D. Manuel Clemente
O martírio de Frei Bartolomeu

António Manuel Couto Viana
Prece da Ribeira a Frei Bartolomeu



Para mais informações (preço, encomenda) 

Encontra-se à venda: "Pelos olhos dentro : 40 imagens para Abril"





"Pelos olhos dentro : 40 imagens para Abril"












"Manter Abril vivo

25 de Abril de 74, 40 anos depois. Como é? Como estamos? Como nos sentimos? Como nos vemos?
40 artistas partilham os seus olhares, as suas críticas, as suas esperanças. Para uns, o cravo de Abril perdeu o viço, a cor, a pomba da paz jaz acorrentada e moribunda, a nova geração de Abril engorda sebosamente e afoga-se no próprio vómito. Para outros, Abril permanece e torna-se, de novo, a única saída, uma porta aberta para escapar desta escuridão de breu e o abraço da fraternidade continua a estender-se por todas as raças, credos e continentes. Para terceiros, a via alternativa passa por um olhar para o futuro, irónico e realista, que capta uma solidariedade egoísta numa selfie contemporânea e trágica, mas acutilante e perturbadora para espíritos adormecidos.
Neste ano de 2014, a Câmara Municipal de Viana do Castelo agradece a uns, a outros e aos terceiros a sua teimosia em manter Abril vivo, sob os vários prismas, e a sua generosidade em partilhar com os restantes a pluralidade de sentidos, de sentimentos e de «sentires»."

Maria José Guerreiro

Vereadora da cultura


"Colecção de cromos

Arredondamos datas por não sabermos como amaciar os dias pontiagudos. Fechamos círculos de cor sobre o calendário achando que com isso podemos parar o momento brutal e ampliá-lo para o ver nos detalhes, para melhor o entender, talvez domesticá-lo. Sabemos que o gesto é inútil, como vã é a poesia, mas possui ainda a urgência da festa. E talvez se encontrem razões para celebrar, não apenas aquilo que foi feito e desfeito, mas sobretudo o que então se começou e ainda está por fazer. Não por acaso, esta colecção de cromos abre com João Fazenda rasgando uma janela, por sobre rostos da alegria, que deixa entrar não sei se folhas de uma qualquer árvore do conhecimento ou pequenas chamas destinadas a incendiar as existências. E fecho, em círculo, com o porta que Alex Gozblou esculpiu num quarto escuro deixando entrar uma fortíssima luz. Abril em 1974 abriu uma porta que se foi fechando ou continua aguardando que as mãos consigam o gesto (rodar o manipulo, puxar a porto, espreitar) que dá entrado ao futuro?
Quarenta anos depois, e a convite da Câmara Municipal de Viana do Castelo, desafiámos outros tantos ilustradores, esses mestres do efémero, para reinterpretar os ícones que ficaram como tatuagem daqueles meses febris. 
[...]
O povo grita aqui de um modo que não existe fora da ilustração: em abstracto. Três volutas que se erguem sobre um buraco, imagem-forte assinada por Ricardo Castro, diz-nos da vida ou do desespero? Que nos reserva Abril, afinal? O verbo conjuga-se no presente que a colecção surge incompleta e a revolução ainda está por desenhar.

João Paulo Cotrim"

Para mais informações (preço, encomenda)